Aquilino Ribeiro | Destaque do mês PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

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Considerado o escritor de todos os superlativos, Aquilino Ribeiro nasce em setembro de 1885 em Carregal de Tabosa, concelho de Sernancelhe. Em 1906 muda-se para Lisboa onde, em pleno período de agitação republicana, começa a escrever os primeiros artigos em jornais e é preso devido à explosão de uma bomba. Tendo conseguido evadir-se, exilou-se em Paris e Berlim, regressando a Portugal em 1914, devido à eclosão da I Guerra Mundial.

O seu primeiro romance, "A vida sinuosa", que dedica à memória do pai, surge em 1918. Em 1919 assume o cargo de diretor da Biblioteca Nacional, altura em que começa a escrever incessantemente. É então que surgem as obras: "Terras do demo", "O romance da raposa", "Andam faunos pelos bosques", "A batalha sem fim" e muitos outros títulos.
Mas é a partir de 1935 que o seu labor literário se torna mais fecundo. Surgem então obras como "Volfrâmio", "O arcanjo negro", "O Malhadinhas", "A casa grande de Romarigães", "Quando os lobos uivam", este último apreendido pela censura e pretexto para um processo em tribunal.
Aquilino Ribeiro morre a 7 de Maio de 1963, com 78 anos. Em 2007, a Assembleia da República decide homenagear a sua memória e conceder aos seus restos mortais as honras de Panteão Nacional.