Minha Terra Alta de Azul e Neve
Pinharanda Gomes | É tempo de a Guarda saber quem tem. PDF Versão para impressão

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Nos escaparates dos livreiros apareceu o volume intitulado "O Escritor na Cidade" (Verbo, col. Presença, 1986) assinado por João Bigotte Chorão. Importa que a Guarda, sua terra natal, o identifique e o estime com o valor do seu património espiritual. Filho de uma das melhores famílias de Riba-Côa, João Bigotte Chorão nasceu nesta cidade serrana em 1933, irmão de um conhecido e prestigiado autor do nosso pensamento jurídico, Mário Bigotte Chorão.

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Eduardo Lourenço | Extrato de Europa desencantada III PDF Versão para impressão

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Fantasmagoria europeia: nós e a nova Espanha (II)

 

As expressões folclóricas que neste momento, da maneira mais artificial, ressuscitam o anticastelhanismo da época em que Portugal e castela efectivamente buscaram mutuamente hegemonizar-se, são uma aberração, mas são também um sintoma.

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Eduardo Lourenço | Extrato de Europa desencantada II PDF Versão para impressão

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Fantasmagoria europeia: nós e a nova Espanha (I)

De repente, Portugal descobriu a Espanha. Podia ser uma excelente ocasião para se descobrir a si mesmo como naturalmente «hispânico», mas os sinais apontam para outra tentação. Ou antes, para o secular hábito que a nossa classe dirigente sempre teve de poder em paz consumir sem sobressaltos a magra herança do nosso exíguo jardim. Chama-se a isto patriotismo, nacionalismo, amor natural de preferência pelo que é nosso ou nós somos.

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Gesta Nacional - 1974 - O 25 de Abril PDF Versão para impressão

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Como se concebeu, imaginou, julgou,
E assim se descreveu o histórico momento.

É já de luz, de luz mais clara o novo dia!...
Um novo sol raiou, nova alvorada
Após a noite longa, inconsolada e fria,
A triste e sem luar, insignificativa,
Noite intranquila, escura,
A de ontem... já passada!...

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Carta de agradecimento PDF Versão para impressão

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(Carta de Adolfo Simões Muller dirigida a Nuno de Montemor)

Devo-lhe, meu querido Nuno de Montemor, numerosíssimas provas de amizade. Se as quisesse recordar a todas, teria quase que contar as estrelas – e talvez houvesse necessidade, para me aproximar da conta verdadeira, de lhes juntar os satélites que os homens andam a colocar no céu quando seria preferível encherem a Terra de luz... mas adiante!

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