| Terra Sagrada: Guarda de José Augusto de Castro |
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PÁLIO DE SONHO Quando vim para a Guarda, o meu caminho
Pedi força à vontade... Era mesquinho
Um grande amor encheu de sol minha alma!
E fecham no pulmão as cicatrizes!
ÁDITO DE BONDADE
Guarda, como te amei desde esse dia
Não era a morte ainda... Mas trazia
Liberte-me. Tornei a ver o mundo
Tu foste, Guarda, como um céu aberto
CASTRO, José Augusto de, 1862-1942 - Terra Sagrada : Guarda. Lisboa : Imprensa Lucas, 1932. 166 p : il ; 22 cm. O exemplar com o nº de registo F3 é fotocopiado da obra original |



