Minha Terra Alta de Azul e Neve
A. Mendes Fernandes, Música Angélica PDF Versão para impressão

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De música, na Guarda dos meados do séc. XX, que nos lembre, existia o "cavalinho" que abrilhantava os saraus dançantes do Grémio Artístico Sande e Castro e, em contraste, a Schola Cantorum, do Seminário Maior.

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Ribeiro Sanches I PDF Versão para impressão

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De idade de 13 anos saí da escola latina, e como a inclinação era para a leitura lia tudo o que encontrava, pedia livros emprestados a muitos, porque na casa adonde nasci não havia deles com abundância. Facilmente tive ocasião de falar com muitos homens de bem, a um destes mui versado na história (chamava-se o Fr. Francisco Taborda Nogueira) lhe pedi muitos; lembra-me que por acaso vi na sua Biblioteca Josepho de las guerras civiles de Judea, em 8º, eu lhe pedi prestado este livro.

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Pinharanda Gomes | É tempo de a Guarda saber quem tem. PDF Versão para impressão

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Nos escaparates dos livreiros apareceu o volume intitulado "O Escritor na Cidade" (Verbo, col. Presença, 1986) assinado por João Bigotte Chorão. Importa que a Guarda, sua terra natal, o identifique e o estime com o valor do seu património espiritual. Filho de uma das melhores famílias de Riba-Côa, João Bigotte Chorão nasceu nesta cidade serrana em 1933, irmão de um conhecido e prestigiado autor do nosso pensamento jurídico, Mário Bigotte Chorão.

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Eduardo Lourenço | Extrato de Europa desencantada III PDF Versão para impressão

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Fantasmagoria europeia: nós e a nova Espanha (II)

 

As expressões folclóricas que neste momento, da maneira mais artificial, ressuscitam o anticastelhanismo da época em que Portugal e castela efectivamente buscaram mutuamente hegemonizar-se, são uma aberração, mas são também um sintoma.

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Eduardo Lourenço | Extrato de Europa desencantada II PDF Versão para impressão

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Fantasmagoria europeia: nós e a nova Espanha (I)

De repente, Portugal descobriu a Espanha. Podia ser uma excelente ocasião para se descobrir a si mesmo como naturalmente «hispânico», mas os sinais apontam para outra tentação. Ou antes, para o secular hábito que a nossa classe dirigente sempre teve de poder em paz consumir sem sobressaltos a magra herança do nosso exíguo jardim. Chama-se a isto patriotismo, nacionalismo, amor natural de preferência pelo que é nosso ou nós somos.

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