Minha Terra Alta de Azul e Neve
Lazer e vida associativa (1) PDF Versão para impressão

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Numa cidade fria como a Guarda, sem a mínima das comodidades hodiernas, como era possível resistir às inclemências do gelo, da neve e da chuva? Como era possível matar o tempo nessas noites longas, demasiado longas, em casas pouco aquecidas e muito pouco confortáveis como eram, por exemplo as do chamado "Centro Histórico"? Dir-se-ia que, por cá, lazer era igual a sofrimento e que vida associativa seria igual a zero.

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Lendas da Beira PDF Versão para impressão

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Ribeirinha:
Assim te chamo. Afeiçoa-se-te bem este nome travesso e ternurento.
Soltou-se, por certo, do bem querer de poetas e de gentes que o repetiam, ouvindo-o de D. Sancho e consagrando-o. Com o nome se tece, também, a imagem que definimos e inventamos de ti, "Senhora suserana de muitos corações".

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Alípio Rocha | As Janeiras PDF Versão para impressão

 

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No primeiro dia de janeiro, Ano Novo, grupos de rapazes e, por vezes, de homens, vão de porta em porta, cantar as Janeiras.
Seguidamente indicamos algumas quadras mais usuais:

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Maria Helena da Cruz Coelho - 2 PDF Versão para impressão

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Essa carta de foral outorgada pelo nosso segundo monarca à Guarda, em Coimbra, a 27 de Novembro de 1199, não se conserva em original, mas apenas na confirmação da mesma por Afonso II, concedida em Santarém, no mês de Dezembro de 1217.

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Maria Helena da Cruz Coelho PDF Versão para impressão

13023 B

Sem historiarmos o passado da Guarda - o que outros fizeram - há que a contextualizarmos nos parâmetros geo-estratégicos de finais de Undecentos, quando justamente lhe é concedida a primeira carta de foral.

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